A importância da ressonância magnética para o diagnóstico do acidente vascular cerebral

  • Isabela Teixeira Zanco

Resumo

RESUMO:
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando vasos que levam sangue ao cérebro são ocluídos ou se rompem, gerando consequências como incapacitação, internação e até mesmo a morte. Fatores como idade, sexo, estado socioeconômico, gravidade do AVC e comorbidades influenciam no tratamento, além da existência de unidade de cuidado intensivo especializada, propiciando a realização dos exames de imagem como diagnóstico. Trata-se de uma doença que acomete mais homens do que mulheres, sobretudo em idade mais avançada, sendo uma das principais causas de óbitos em escala global, de forma que o diagnóstico precoce e adequado pode ser um fator diferencial para a sobrevida dos pacientes. A Ressonância Magnética (RM) é um dos métodos de imagem mais utilizados em hospitais no Brasil e no mundo, sendo eficaz para diagnóstico do AVC. Nesse contexto, a RM é um marco histórico do diagnóstico por imagem, sendo mais sensível e detalhada que a Tomografia Computadorizada (TC), principalmente no que se refere a prevenção, tratamento e recuperação do AVC. Metodologia: Revisão bibliográfica de artigos científicos eletrônicos, nos idiomas português e inglês, no período de 2003 a 2019 por meio dos sites Scielo, Google Acadêmico e Pubmed. Foram pesquisados 40 artigos que abrangeram o tema. Conclusão: A pesquisa revelou que o uso da RM contribui para a celeridade no diagnóstico e tratamento imediato do AVC, prevenindo ou diminuindo a incidência de sequelas nos pacientes.
Palavras chaves: ressonância magnética, acidente vascular cerebral, diagnóstico.

Publicado
2021-09-15